CURIOSIDADES SOBRE O ADALBERTO

CURIOSIDADES SOBRE O ADALBERTO

Quem olha hoje para o advogado, jornalista, comunicador de rádio e Mestre da Federação Internacional de Xadrez talvez não faça ideia, mas Adalberto nasceu e foi criado em uma família bastante simples. É um dos cinco filhos do sr. Josué (ensacador) e de dona Lourdes (costureira). Sem acesso a esgoto tratado, sua casa no Jardim Santa Rosa era ladeada por uma valeta que tinha de ser constantemente desobstruída por seu pai. Quando chovia um pouco mais forte, a casa era invadida pelos dejetos.

Aprendeu a ler aos 5 anos, através de um programa de tv (“Vila Sésamo”). Nessa mesma idade, seu irmão mais velho (João Carlos), lhe ensinou os movimentos do jogo de xadrez, esporte que viria transformar sua vida anos mais tarde, através do professor espanhol Domingo Botrán, no Club Litterário.

Outra circunstância que poucos sabem é que Adalberto ficou desempregado durante os quatro últimos anos do Curso de Direito (1998 a 2001), e passou muitas dificuldades para poder sustentar sua esposa e os três filhos pequenos.

Ele tinha sido aprovado em primeiro lugar no concurso público da Companhia de Água e Esgotos de Paranaguá – CAGEPAR. Lá trabalhou de 1989 a 1998, exercendo as funções de escriturário, gerente administrativo-financeiro, assessor de diretoria e diretor administrativo- financeiro. Na transição para a subconcessionária Águas de Paranaguá, a CAGEPAR perdeu arrecadação e não teve como pagar em dia seus funcionários. Com vários meses de salários atrasados, dívidas se acumulando, Adalberto pediu demissão, mesmo sem a empresa lhe pagar as verbas rescisórias. Muitas vezes ia para a faculdade pela Estrada da Graciosa, após conseguir abastecer fiado no Posto Biscaia, do empresário Mauro Emerson Biscaia – o qual levaria anos para receber. No entanto, o proprietário nunca sequer fez uma ligação de cobrança. Agradecido pela confiança, Adalberto sempre recorda que “um pedaço do diploma é do seu Mauro”.

Para sobreviver e pagar seus estudos, entre 1998 e 2001 fez de tudo um pouco: ensinou e arbitrou torneios de xadrez, trabalhou na construção civil e teve seu próprio jornal local (“Jornal Expressão”, de circulação dirigida), onde ele mesmo fotografava, fazia as reportagens, editava, captava os anúncios, distribuía os exemplares e buscava o “encalhe”. A esposa (Ivonete) nesse período aprendeu a fazer bijuterias e artesanatos, que vendia para ajudar nas despesas da casa.

Convertido ao Protestantismo em 1998, crê haver vencido “um grande deserto” graças à sua fé e ao apoio da família. Hoje se sente forjado e preparado para os desafios da vida. “Muitos falavam para desistir, para trancar a faculdade. Quando me formei, o pastor da minha igreja me ungiu e profetizou sobre a minha vida profissional. Fui aprovado logo no meu primeiro exame da OAB, em 2002: era o meu prato de comida! Tive convites de meus professores da faculdade para trabalhar com eles no início da advocacia, mas o salário inicial mal daria para sustentar a casa, então apostei em meu próprio escritório. Poucos anos depois, em 2006, Deus me prosperou e antes mesmo de comprar um imóvel mais confortável para minha família, construí e mobiliei uma casa nova para o meu pai”, revelou.

Da Assessoria

Seu Vereador
Dr. ADALBERTO
PALAVRA-TRABALHO-JUSTIÇA
CNPJ 39.094.188/0001-10

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